O melhor da internet é jogar ao vento coisas que você viu, fez ou leu. As chances de alguém ler isso são de 1x10^-23% (nerdy formula!), mesmo se sua página fizer alguma vez na vida sucesso. Porém, em alguma hora, eu tenho que fazer isso, ou nunca me livrarei do clima de página novinha em folha.
Enfim, poucas e boas. Este post, pelo menos, terá a minha garantia de nunca ser apagado, ou nada terei no futuro para rir me envergonhar.
Nunca mais quis ter um blog próprio, sómeudemaisninguém. Dá trabalho e enche o saco depois de um tempo, pois parece que você escreve para as paredes. Fechei meu blog então e fiquei um tempão sem ter nada do gênero, inclusive orkut, que existe até agora só por força do desábito. Eis então, uns meses depois, que explode o twitter.
Já tinha ouvido falar dele um ano antes do boom, mas meu “tato” achou que ele não vingaria e não me dei nem ao esforço de criar um @alexandre para depois poder vender para um otário xará.
Estava resistindo à ele, mas depois de mais e mais links de perfis, pesquisas e imagens enviados tanto pela mídia quanto por conhecidos, não deu mais. Lá vou eu enfim me familiarizar com o passáro e a baleia.
Depois de uns dois dias de atualizações fúteis (em 140 caracteres, só consigo escrever meu nome de útil) e horas perdidas mudando o cenário daquilo, eis que vejo um update do Rodrigo falando do tumblr. Bendita hora para dar uma visitinha rápida pelo twitter.
Acabei por voltar a ter todas essas tralhas virtuais, inevitáveis quando se tem um computador e você pode passar mais de uma hora com ele. Resta agora saber se eu vou ter paciência e memória para atualizar tanta coisa. O twitter eu já teria abandonado depois disso não fosse a cacetada de gente que você encontra lá. E este aqui, mesmo sendo menos badalado, me cativou pelo jeito minimalista de ser.
Tentarei fazer este aqui durar, já que falar com as paredes pode não ser tão ruim assim. No fim das contas, posso falar que voltei a ter um blog, ou o tumblr não é um desses?